quarta-feira, 10 de março de 2010

[QUILOMBOLA] ano II, nº 4!!



A quarta edição do Quilombola, a primeira de 2010.
Para sugestões de pauta entre em contato pelo e-mail rpopular.al@gmail.com

terça-feira, 2 de março de 2010

[Saúde] Informativo, nº 2

Para baixar e ler o informativo de fevereiro do coletivo de trabalhadores da saúde da Resistência Popular, clique aqui.
Em pauta debate sobre PCC (Plano de Cargos e Carreiras) e da luta do "Fórum em defesa do SUS e contra as privatizações".

sábado, 20 de fevereiro de 2010

[Cine Popular] Em memória do 8 de março

O Cine Popular, que ocorre na última quinta do mês, tem nesta edição de fevereiro o "8 de março" como tema. Serão exibidos dois videos (curtas), privilegiando o debate a ocorrer em seguida. Compareçam!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Carta Carnaval

No dia 1º de fevereiro foi realizado um ato em Maceió em defesa do carnaval de rua e pela valorização da cultura alagoana, agregando diversos grupos, centros de cultura e comunidades. Abaixo o texto da "Carta Carnaval" distribuida no dia.

Carta Carnaval

Nós, alagoanos da cidade de Maceió, viemos a público reivindicar dos poderes, estadual e municipal, a maior atenção ao Carnaval de Rua da cidade de Maceió. O Carnaval é um direito do povo e tem que ser estimulado de forma descentralizada, democratizada e participativa pela implementação de políticas públicas específicas.
É falsa a afirmação de que a cidade não tem tradição carnavalesca. O carnaval é uma das manifestações mais importantes da cultura brasileira, não contribuir com ele é apartar-se das trocas políticas e culturais do país, é reafirmar uma marginalidade construída principalmente pelas elites alagoanas e que não interessa ao povo.
O carnaval tem desdobramentos para além da festa, representando instrumento político de afirmação da cultura popular. É na cultura popular de Alagoas que está representada a identidade alagoana, afirmar que na terra do coco que deu origem ao samba não tem carnaval é tentar esconder a efervescente cultura afro-brasileira que pouco se vê, mas, muito se ouvi em todos os cantos da cidade.
Os sinais das nossas tradições carnavalescas podem facilmente ser verificados na existência de quase uma centena dos grupos de bumba-meu-boi espalhados em todos os bairros da periferia da cidade, como também, a presença de seis escolas de samba que existem desde o início do século passado, as manifestações carnavalescas populares organizadas nas comunidades e o crescimento dos grupos percussivos.
Diante dessa constatação reivindicamos ao governo do estado de Alagoas e da prefeitura de Maceió a maior atenção ao Carnaval de Rua em nossa Capital.

Movimento Pela Valorização da Cultural Alagoana

domingo, 10 de janeiro de 2010

[ELAOPA] Convocatória

Convocatória, VIII Elaopa - Uruguai

Nos próximos 13, 14 e 15 de fevereiro nos reuniremos na colônia de férias do Sindicato de Artes Gráficas (Lagomar) para levar a cabo o VIII Encontro Latinoamericano de Organizações Populares Autônomas.

Este encontro surge no ano de 2003 como espaço alternativo ao Fórum Social Mundial, sendo alheio a ingerência de partidos políticos, ONG’s, distante de discursos intelectuais e institucionais que diferem de nossa realidade e das intenções de nossas organizações. Pretende, então, aglutinar, encontrar e articular a luta das organizações populares. Ao ser os próprios atores quem realizam as análises desde suas necessidades, realidades, intenções e anseios, exige uma maior significação e compreensão da real situação e dos distintos problemas e experiências de luta e resistência de nosso continente. Sendo o caminho a luta popular, com independência de classe, inserida em seu meio e desde a sua realidade, é que buscamos a maior participação das organizações que se sentem identificadas com estes princípios.

É assim que em relação a isto se desenvolveu os encontros no Brasil (2003), Bolívia (2004), Argentina (2005), Uruguai (2006), Chile (2007), Brasil (2008) e Argentina (2009). Participando, neles, as organizações das mais diversas atividades: agrupações sindicais, sindicatos, coletivos culturais, muralistas, grupos de teatro, movimentos piqueteros, coletivos feministas e de luta por igualdade de gênero, classificadores de resíduos, ateneos, centros sociais, organizações camponesas, ecologistas, coletivos de defesa dos direitos humanos, recursos naturais, entidades estudantis.

Dois eixos importantes, que estiveram sempre presentes em nossos encontros foram a construção do poder popular e a organização da América para a resistência ao saque opressão capitalista.

O primeiro deles se dedica a construção de um poder dos de baixo, dos oprimidos desta terra, um poder popular que goze de autonomia, liberdade, por fora dos burocratismos, discriminações e segregações para com os pobres do mundo. Pensamos, criamos e recriamos mecanismos que nos permitam tomar nossas posturas e resoluções, nos manifestarmos livremente, nos solidarizarmos com os companheiros agredidos, tudo isso sabedores do sistema em que vivemos e somos parte, tudo isso em conhecimento de nossas próprias limitações e com a consciência clara que este poder popular será a ação prática do mundo novo que levamos em nossos corações, essa mulher e homem novo.

O segundo dos grandes eixos tem a ver com as realidades cotidianas, com nossos mecanismos de luta e resistência contra o saque, contra a dominação deste sistema. Desde aí identificamos os pontos em comum com nossas lutas e reivindicações, buscamos nos organizarmos e nos apoiarmos mutuamente, buscar a forma de aglutinar as lutas americanas em só punho. Não pensamos jamais em ser alheios a mais de 500 anos de saque, massacre, a que viemos sendo submetidos como americanos.

Acreditamos firmemente que através da coordenação e articulação é possível fortalecer a construção de poder popular, uma construção com participação de todas e todos, mantendo a autonomia frente a partidos políticos, o estado e seus governos, ONG e empresas, e todos aqueles que nos digam que fazer com estruturas autoritárias e alheias de nossa realidade.

É por isso que para este oitavo encontro propusemos discutir os seguinte eixos:

*Organizações sociais e construção de poder popular:resistência popular.
*Articulação de luta popular desde as realidades da América.
*Planos do capitalismo para o saque e a opressão na América Latina:IIRSA.

O encontro se está organizando desde que começou o ano, sendo este momento que lhes enviamos este convite para participação na organização das discussões do mesmo. Em conseqüência com o anteriormente exposto é que acreditamos necessário que as frentes de luta que identificamos para Uruguai e América devem encontrar-se e debater, intercambiar, por isso o convite também é para participar da elaboração dos materiais e documentos, para contribuir a discussão.

As frentes propostas são as seguinte (não é uma lista fechada):

*Direitos Humanos,
*Educação,
*Terra e recursos naturais,
*Sindical,
*Comunitário,
*Comunicação e cultura.

É claro que ao tratar-se de uma lista de comissões de discussão que não está fechada, se podem propor novas frentes e oficinas a realizar.

Vemos o encontro como uma ferramenta para articular e consolidar a luta de caráter continental, sem institucionalismos governamentais, sem ONG’s, sem partidos, com independência de classe e luta popular.

Esperamos contar com sua presença.
Arriba los que lucha!!

Comissão de Organização do Oitavo ELAOPA.
www.elaopa.org
octavoelaopa@gmail.com

sábado, 12 de dezembro de 2009

[CinePopular] A Revolta do Buzu


Nesse mês de dezembro o Cine Popular vai passar o documentário de Carlos Pronzato, A Revolta do Buzu. Trata-se de uma cobertura das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus na cidade de Salvador(BA).
Ocorridas em 2003, esta luta tornou-se referência pelas grandes proporções que tomou, provocando uma generalização da luta que ocorria simultaneamente por diversas ruas da cidade de Salvador.
Após o video, como já de costume, teremos um debate a respeito de transporte público e coletivo.